quinta-feira, 5 de julho de 2012

MPF denuncia 5 por extração ilegal de madeira em terra indígena de MT

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou cinco pessoas por exploração ilegal de madeiras na terra indígena do povo Kayabi, em Apiacás, a 1.005 km de Cuiabá. O crime foi descoberto durante uma fiscalização da Polícia Federal, no dia 5 de junho de 2011. Fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também fizeram o flagrante da exploração ilegal no dia 16 do mesmo mês.
Conforme a denúncia, no local foram encontradas 107 toras de diversas espécies florestais extraídas pelos denunciados, além de dois tratores, uma motosserra, dois caminhões e uma espingarda de calibre 38.
 

Atuação
De acordo com a denúncia, dois auxiliares de serviços gerais, com uso de motosserras, eram os responsáveis pela derrubada das árvores. Um terceiro funcionário e o tratorista arrastavam e arrumavam as toras derrubadas, em clareiras próximas à estrada. As toras eram transportadas por eles para serem vendidas em cidades da região.
Os investigados foram denunciados por furtar; desmatar, explorar economicamente ou degradar floresta, plantada ou nativa, em terras de domínio público ou devolutas, sem autorização do órgão competente. Também utilizar motosserra em florestas e nas demais formas de vegetação, sem licença ou registro da autoridade competente e portar ilegalmente arma de fogo.

Segundo o MPF, a fiscalização foi realizada em razão do conhecimento de que a terra indígena Kayabi vem sendo alvo de posseiros da região que estão promovendo a derrubada predatória da floresta para a extração de madeira e intitulam-se proprietários de glebas no interior da reserva.

http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2012/07/mpf-denuncia-6-por-extracao-ilegal-de-madeira-em-terra-indigena-de-mt.html


Um comentário:

  1. Nos tempos de hoje, todo mundo está fazendo tudo por dinheiro. Elas estão deixando de lado o que realmente importa: o mundo onde vivem. Não podem achar "umas árvores" e já querem desmatar, assim o mundo vai acabar mesmo.

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