Os dados foram obtidos pelo sistema de detecção do desmatamento em
tempo real, o Deter, que utiliza imagens de satélite para visualizar a
perda mensal de vegetação no bioma.
Na comparação dos dados do Deter de agosto 2010 a julho 2011 com agosto
de 2011 a julho de 2012, houve redução de 23% na devastação do bioma
(caiu de 2.679,56 km² para 2.049,83 km²).
Entretanto, o índice oficial anual, fornecido pelo sistema Prodes
(Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal) deve
ser divulgado apenas nos próximos meses.
Segundo o instituto, entre abril, maio, junho e julho deste ano o
desmatamento causou a perda de 651,62 km² de cobertura florestal, uma
área equivalente a 36 vezes o tamanho do arquipélago de Fernando de
Noronha, em Pernambuco. Nos quatro meses de 2011, a devastação
registrada no bioma foi de 1.282,99 km² (uma área maior que cidade do
Rio de Janeiro).
Em abril de 2012, houve uma redução de 232,57 km² de floresta. Em maio,
a perda foi de 98,85 km²; em junho, uma área de 107,5 km² foi
devastada, enquanto que em julho, houve a derrubada de 212,7 km² de mata
nativa devido ao desmatamento. A cobertura de nuvens entre abril e
junho não alcançou 50%, ou seja, os satélites conseguiram observar boa
parte do bioma, que abrange nove estados brasileiros. O dado de julho
ainda não estava disponível
Estados
Mato Grosso foi o estado que registrou maior redução na devastação entre 2012 e 2011. Segundo o Deter, MT foi responsável pela perda de 311,84 km² de floresta entre abril e julho (178 km², 34,32 km², 47,68 km² e 51,52 km²respectivamente) -- queda de 50% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Mato Grosso foi o estado que registrou maior redução na devastação entre 2012 e 2011. Segundo o Deter, MT foi responsável pela perda de 311,84 km² de floresta entre abril e julho (178 km², 34,32 km², 47,68 km² e 51,52 km²respectivamente) -- queda de 50% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Em 2011, uma intervenção do governo federal foi necessária no estado
devido ao ritmo intenso de degradação da vegetação. Na época, o
ministério do Meio Ambiente anunciou a criação de um "gabinete de crise"
para "sufocar" o ritmo de destruição na região.
Ainda na análise do quadrimestre de 2012, o Pará foi responsável por derrubar 187,82 km² de vegetação, sendo que em julho houve o maior índice, 92,98 km², sendo o estado que mais desmatou a floresta amazônica no último mês analisado. Rondônia vem em seguida, com 91,61 km².
Ainda na análise do quadrimestre de 2012, o Pará foi responsável por derrubar 187,82 km² de vegetação, sendo que em julho houve o maior índice, 92,98 km², sendo o estado que mais desmatou a floresta amazônica no último mês analisado. Rondônia vem em seguida, com 91,61 km².
Menor índice histórico
Em junho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou que a Amazônia Legal teve o menor índice de desmatamento dos últimos 23 anos. Segundo Inpe, a região teve 6.418 km² de floresta desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011 -- equivalente a quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.
Em junho, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou que a Amazônia Legal teve o menor índice de desmatamento dos últimos 23 anos. Segundo Inpe, a região teve 6.418 km² de floresta desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011 -- equivalente a quatro vezes o tamanho da cidade de São Paulo.
Foi a menor taxa desde que o instituto começou a fazer a medição, em
1988, e houve uma redução de 8% em relação ao mesmo período em 2009 e
2010. No entanto, em dezembro do ano passado, o Inpe havia divulgado uma
expectativa de desmate de 6.238 km² -- alta de 3%.
O número foi obtido a partir dos dados consolidados do sistema Prodes
(Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), que
consolida informações coletadas ao longo de um ano por satélites capazes
de detectar áreas desmatadas a partir de 6,25 hectares.
Pelo menos uma coisa boa está acontecendo nesse planeta, bom pelo menos aqui no Brasil, onde temos a Amazônia que consideramos o "pulmão" do planeta.
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